Por Ana M.:

Oi mamães e amigas!!
Como foram essa semana?

Aqui tudo igual, mesmas “graças” e “birras” mas agora comecei a observar a vontade de fazer as coisas sozinho, uma fase individualista, acha que sabe fazer tudo e sem limite algum das coisas.

Faltando um mês para completar um ano, o bebê já não é mais tão frágil quanto antes, hoje já consegue fazer algumas coisas sem a nossa ajuda, mesmo que ele ainda dependa de nós, claro. A dependência física e a coordenação motora começam a se destacar ainda mais com o tempo.
Enzo começou a brincar mais sozinho, mesmo tendo mais crianças ao lado dele, ele observa mas fica na dele, ainda não interage nas brincadeiras mas começou a pular, bater palma, jogar as almofadas no chão, como se ele mesmo criasse a própria história na cabeça dele.
Admito que fiquei vendo ele brincar por uns bons minutos, achei tão fofo. A natureza é incrível mesmo!

Observei também que meu filho começou a pegar o copinho de água, colocando-o na boca e em pé, mesmo sabendo que ele cairá, não larga o copo.
Quer comer sozinho e já sabe que o telefone se bota na orelha, começa a nos imitar e quando eu tiro o objeto ou corto a ação dele, vem o choro e a manha, mas é assim que eles tentam nos ganhar e aceitar os erros.

Hoje ele aprontou uma. Deixei a tampa do vaso sanitário aberto e acredito que por muitas vezes me ver ali (normal de mãe e filho, risos…), pensou que não haveria problema em estar também mas de uma outra maneira, com as mãos, sim, Enzo praticamente tomou banho sozinho naquela água, risos…
Fiquei p*** e foi onde comecei a perceber e pensar sobre essa vontade de “desvendar” o mundo sozinho com essa individualidade.

Mas e os limites? Que horas devo me impor?
Neste caso que citei, fui obrigada a dizer um não com um tom mais alto, disse que fiquei muito triste com ele e tirei ele do local, olhei nos olhos e reforcei que aquele ato não era aprovado.

Como comentei em um post anterior, os babys começam a entender as “nãos” agora mas nos ignoram ainda. Nos testam e por isso temos que nos impor.
Mães, nós quem mandamos neles, ainda! É você quem decide o melhor para seu filho.
Mas percebem que quanto mais “nãos” eles escutam, menos nos obedecem, deixem para gastar os “nãos” com problemas realmente perigosos, caso contrário tente desfocá-lo do problema que ele pode causar e não esqueçam de elogiar sempre que fizerem coisas certas.
Deixem descobrir o “mundo”, as coisas novas mas imponham limites, dizem não, olhem nos olhos e eduquem. Educação vem de berço, literalmente!

Um beijo, mães!